Após o encerramento da temporada 2016 e contabilizadas as conquistas, o técnico Mitcho Bianchi tem metas ousadas para a equipe Aquário/LCN/Bianchi Sports, para a temporada 2017. A primeira meta é continuar com a parceria entre a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (Smel), Fundação Educacional São Carlos (Fesc) e Cefer/Caaso/USP.
Consolidada a união, o treinador foca suas atenções para metas mais ousadas. Uma delas é quanto a equipe ACD (atletas com deficiência).
Se em 2016, o nadador Elton Joaquim de Souza chegou as fases nacionais do Circuito Paralímpico Caixa e conquistou o título brasileiro na categoria S3, a meta agora é garantir pelo menos dois atletas. Buscar também conquistas nos Jogos Regionais do Interior e defender o vice-campeonato conquistado nos Jogos Abertos do Interior.
“Hoje temos quatro nadadores na equipe e tenho desejo de aumentá-la. O projeto é para que tenhamos até dez nadadores no time ACD”, revelou.
BASE
Mitcho também não se esquece da equipe convencional. Sua preocupação é fortalecer a base e procurar trazer novos nadadores. “A pretensão é termos pelo menos 20 atletas”, disse, salientando que em 2017 o time estará presente em torneios regionais promovidos pela Delegacia da 5ª Região da Federação Aquática Paulista (FAP), Copa São Paulo para nadadores vinculados (inverno e verão) e provavelmente campeonato paulista (falta definir a categoria).
“Em 2017 a nossa meta é, no mínimo, tentar manter as conquistas de 2016. Mas vamos trabalhar no intuito de superá-las”, garantiu o treinador são-carlense.
DIFERENCIAL
Ao longo de três anos de existência, o gráfico evolutivo da Aquário/LCN/Bianchi Sports é positivo, sempre, com os atletas mostrando significativa ascensão e consequentemente batendo recordes de conquistas a cada temporada.
Indagado qual o diferencial do grupo que proporciona tal evolução, pensativo, Mitcho fez sua análise.
“Acredito que seja o amor que sentimos pela natação, pelo nosso trabalho. Montei a equipe e abri as portas para atletas interessados em ingressar num grupo com metas pré-estabelecidas. Com dificuldades, busquei recursos, coloquei a academia da Aquário à disposição dos atletas, batalhei para termos nutricionista e fisioterapeuta e pessoas trabalhando em prol da modalidade. Esse sentimento em poder ter um time competitivo e unido é algo que está dentro da gente e carrego desde que me formei em Educação Física”, finalizou.