Treinador da seleção da Copa Evangélica comenta trabalho desenvolvido

Futebol Convocado pela Nova Vida após a boa campanha na competição de futebol de campo

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Gustavo Curvelo

 

A seleção da Copa Evangélica vem evoluindo a cada dia. Composto por um plantel de 23 atletas e contando com o empenho individual em busca de um melhor resultado coletivo, o time tem realizado amistosos semanalmente em diferentes campos da cidade e acumulando, por consequência, um melhor entrosamento com o passar do tempo.

Convocado pela Nova Vida após a boa campanha na competição de futebol de campo, o treinador Leandro Barcelos compactua com a ideia, salientando o nível satisfatório que tem sido atingido.

“Felizmente os resultados estão sendo bons. A comunhão é positiva e o futebol tem melhorado a cada jogo. Isso é fruto do esforço de cada um com o coletivo, que está encontrando o melhor estilo de jogo para o time. De forma geral, a equipe está comprometida, mas podem haver alterações”, comenta Leandro.

Os motivos das possíveis mudanças são evidentes: apesar de convocados, uma pequena porcentagem dos atletas, em virtude de motivos particulares, não tem conseguido comparecer aos treinos e jogos, deixando a equipe sem força máxima para seus compromissos.

Acerca disto, o treinador prega cautela, mas sabe onde estão as deficiências. “Pretendemos readequar algumas posições com novas convocações. Provavelmente um volante e um meio-campista, mas é algo que será melhor discutido nos próximos dias”, adianta.

Entretanto, Leandro segue otimista com relação à equipe. Segundo ele, o desempenho não tem sido abaixo do esperado, mas, na sua visão, o rendimento pode ser ainda melhor.

“Estamos buscando ainda o entrosamento ideal, pois o time pode apresentar muito mais do que vem jogando, e chegaremos a isto com quantidade e principalmente qualidade nos treinamentos, visando sobretudo a parte física e tática”, ressalta.

Particularmente, ele também revela que conduzir a equipe é um desafio. Afinal, o fato do time ser composto por uma grande quantidade de atletas que nunca jogaram juntos carece de tempo para adaptação, inclusive para o próprio comandante.

“Certamente é um desafio, um trabalho diferente e empolgante, mas também muito trabalhoso, pois pegar jogadores de várias equipes que nunca jogaram juntos é praticamente começar do zero, precisando fazer diversos procedimentos para que as apresentações sejam boas. Mesmo assim, temos obtido bons resultados”, completa Leandro Barcelos.


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