Secretária rebate críticas do SINDSPAM sobre projeto da Reforma Administrativa

Polêmica Para Helena Antunes o sindicato apresenta uma ‘visão arcaica’ de administração pública

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A secretária de Administração e Gestão de Pessoal, Helena Antunes, rebateu algumas críticas que foram feitas pelo Sindicato dos Servidores  Públicos de São Carlos (SINDSPAM) sobre o projeto de lei que está na Câmara Municipal, que trata sobre a reforma administrativa da Prefeitura Municipal. Na última terça-feira na Câmara Municipal, os sindicalistas apresentaram um documento propondo a devolução do projeto ao Pode Executivo.

Uma das falhas apontadas pelo sindicato é em relação ao aumento do número de diretorias em 61%. Eles citam alguns casos que consideram desproporcionais como seis diretorias administrativas para mais de 50 escolas e coloca como exemplo a Saúde, que trabalhará, caso seja aprovada a reforma, com um terço dos servidores, ou sete diretorias. A Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, com porte inferior a 10% das outras duas, teria nove diretorias, explica o Sindicato.

“Não existe esse tipo de comparação com a Educação. Cada escola tem o seu diretor, portanto a informação não é verdadeira. Não precisa mais que seis diretorias”, disse Helena em reportagem publicada pelo Jornal Primeira Página desta semana. “O Sindicato se atém a números, o que nós queremos na administração pública é eficiência”, complementou Helena.

Para ela o sindicato apresenta uma ‘visão arcaica’ de administração pública. “Nós precisamos discutir o conteúdo da reforma administrativa. O que nós queremos debater é uma cara moderna à administração pública, uma reforma que estimule a participação do servidor na vida da administração, que desconcentre os serviços. Secretarias com cinco níveis de subordinação não funcionam mais. Isso é uma visão ultrapassada, da década de 1930”, esclareceu Helena.

Helena Antunes ainda citou que a atual proposta da reforma foi debatida com o Ministério Público. “A Prefeitura contava em sua estrutura com 500 cargos, na primeira reestruturação, reduzimos para 384 e agora chegamos a 146. A proposta é uma visão diferente de administração pública, que inclusive foi debatida com o Ministério Público”, encerrou Helena. (Com informações do Jornal Primeira Página)

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