O presidente da Câmara, Lucão Fernandes (PMDB) e o vereador Lineu Navarro (PT) prestigiaram na manhã desta quarta-feira (18) a visita do ministro da Defesa, Aldo Rebelo. Ele chegou por volta das 11 horas em São Carlos e visitou a Opto Eletrônica, empresa que atua na área de óptica, eletrônica e mísseis, além de fazer uso de tecnologia com aplicação dual (militar e civil), notadamente na área de saúde.
O prefeito Paulo Altomani, o procurador do município, Waldomiro Bueno, o diretor do Departamento de Desenvolvimento Econômico da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável, Ciência e Tecnologia, Clovis Biscegli, Paulo Melo, representando o deputado federal Lobbe Neto, o presidente do PCdoB, Roberto Menezes, entre outros integrantes do partido, funcionários e colaboradores da empresa também participaram da visita. O pesquisador e diretor da Opto, Mario Antonio Stefani acompanhou os visitantes.
Lucão destacou que a empresa é uma das poucas em todo o mundo que produz equipamentos desse porte. "É uma empresa que destaca a nossa cidade devido aos importantes equipamentos que produz na área de óptica e que beneficiam a população. E receber o ministro da Defesa é uma honra para nós. Em nome da Câmara agradeço a ele pela visita que, com certeza, será muito produtiva para São Carlos", disse Lucão.
O prefeito Paulo Altomani afirmou que Opto é importante para o desenvolvimento de novas tecnologias no ramo de optoeletrônica, produzindo inclusive equipamentos que são exportados para todo o mundo, o que reforça a necessidade de que a empresa continue em funcionamento.
COLETIVA - Após a visita à empresa Opto, o ministro Aldo Rebelo concedeu uma entrevista coletiva à imprensa no auditório do Paço Municipal. Na ocasião o prefeito Paulo Altomani solicitou a intervenção do ministro no projeto de internacionalização do Aeroporto Mário Pereira Lopes.
Durante a coletiva, ao abordar um dos motivos da visita, que é buscar soluções conjuntas para a recuperação judicial da Opto, o ministro afirmou que a empresa possui instrumentos legais para funcionar e fazer acordos com os credores. E o governo tem todo o interesse que essa empresa continue em atividade, já que é de interesse da segurança nacional e um patrimônio do Brasil.