As viaturas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) escancaram um desgaste que leva perigo não só aos socorristas, mas aos pacientes.
Por mês, segundo relato de funcionários, as viaturas rodam 12 mil km por mês. A título de comparação, os corintianos viajaram a mesma distância – do Brasil a Dubai, no Emirados Árabes – para acompanhar o título mundial do Timão.
A supervisora do Samu, Eliza Rodrigues da Costa, acredita que as viaturas necessitam de manutenção preventiva. "As quebras são constantes e todos, funcionários e pacientes, correm riscos".
O Samu atende a uma média de 80 chamados por dia e apenas nos casos mais graves a viatura é despachada para o socorro.
Durante a paralisação, ocorreram 10 chamados, mas apenas duas ambulâncias saíram da central, uma de UTI e uma de suporte básico. O serviço possui outras quatro unidades que, segundo os funcionários, estão sem condições de uso.