08/09/2014 às 21h28min - Atualizada em 08/09/2014 às 21h28min

Município constitui fórum permanente em saúde mental

A Secretaria Municipal de Saúde, por meio do Centro de Atenção Psicossocial, Álcool e Drogas (CAPS-AD) e do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS-2), constituiu na semana passada, em encontro realizado na Fundação Educacional São Carlos, a Fesc, um Fórum Permanente de Discussão da Política de Atendimento em Saúde Mental de São Carlos.

Com o objetivo de fortalecer e estabelecer um formato de saúde mental a ser oferecida para a população, a primeira reunião foi conduzida por profissionais da cidade de Botucatu, que permitiu uma discussão teórica das ações que devem ser aplicadas na rede de saúde, adaptando a realidade do nosso município.

"É um avanço muito importante e há muito tempo não paramos para discutir a saúde mental para o fortalecimento da rede. O encontro foi fundamental para darmos os primeiros passos no atendimento que queremos oferecer para a população", afirmou a coordenadora de Saúde Mental e psiquiatra do CAPS-AD de São Carlos, Maria Luiza Gomes de Oliveira.

Com mais de quatro anos de experiência, o fórum em saúde mental da cidade de Botucatu, através de uma legitimação municipal, constituiu os encontros como espaço real para o trabalhador na deliberação de assuntos específicos da área. Durante a troca de experiências, a psicóloga, Anúncia Heloísa Bortoletto Galiego, a assistente Social do NASF, Tricia Maria Feitosa Floripes e a psicóloga da Associação Arte e Convívio, Deborah Mendes Araújo de Andrade, falaram das situações presenciadas e do impacto positivo que o fórum permite.

Como resultado do primeiro encontro do Fórum Permanente de Discussão da Política de Atendimento da Saúde Mental de São Carlos, ficou decida a eleição de um colegiado para legitimar a instituição do CAPS Infantil, que ficará responsável em buscar biografias, legislação e atualizar a realidade do município para concretizar as ações. Também ficou determinada a busca de novas parcerias para as próximas etapas, com a possibilidade de ampliar ainda mais as discussões.

Estiveram presentes representantes das Unidades Básicas de Saúde, Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Conselho Municipal de Saúde, Entidades Civis de Ações Sociais, Organizações Não Governamentais e demais profissionais relacionados á saúde da infância e do adolescente.


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