Senadores lamentam morte de Eduardo Campos

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Morreu nesta quarta-feira (13) o candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos. Ele estava num avião que caiu no final da manhã numa área residencial de Santos. Eduardo Campos foi deputado federal, ministro da Ciência e Tecnologia (no governo Luiz Inácio Lula da Silva) e governador de Pernambuco, de 2007 a 2014.

O deputado federal Júlio Delgado (PSB-MG) confirmou a morte do candidato em seu perfil do Twitter e disse que não há sobreviventes na aeronave. Delgado disse ainda que Marina Silva, vice na chapa de Eduardo, não estava no voo. Ela está se dirigindo para o local da acidente.

O senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), pelo Twitter, lamentou: "Em estado de choque com o falecimento de Eduardo Campos. É uma tragédia que deixa o Brasil todo triste com a perda de um grande homem público".

Paulo Paim (PT-RS), também no Twitter, escreveu: "Profundamente triste e chocado com a morte do grande líder e candidato a presidente da República pelo PSB Eduardo Campos #LUTO"

Outra que lamentou a morte do ex-governador pernambucano no Twitter foi a senadora Ana Rita (PT-ES): "Triste c/ a morte do presidenciável Eduardo Campos e assessores. Minha solidariedade aos familiares, amigos e integrantes do PSB/Rede".

O senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) lamentou profundamente a morte do presidenciável Eduardo Campos. Para o senador, o falecimento dessa nova liderança política brasileira vai deixar um vazio "impreenchível" no País e no partido. Disse ainda que a trajetória política de Eduardo Campos foi forjada em muito trabalho na busca de soluções de problemas não apenas do Nordeste, mas de todo o território nacional.

Antônio Carlos Valadares também ressaltou a segurança dos discursos do presidenciável e ex-governador de Pernambuco. Segundo ele, essa firmeza demonstrava um profundo conhecimento das dificuldades brasileiras. Além disso, tinha propostas concretas para assegurar um futuro melhor para o Brasil.

— O Brasil perdeu uma das suas mais novas lideranças políticas. Ele era uma luz nesta crise de credibilidade por que passa a instituições — lamentou Valadares.