29/11/2013 às 18h00min - Atualizada em 29/11/2013 às 18h00min

Sindspam e servidores se reúnem com Administração para resolver impasse na Vigilância Epidemiológica

Servidores Municipais da Vigilância Epidemiológica insatisfeitos com o tratamento dispensado pela chefe de divisão do órgão, acionaram na manhã da sexta-feira (29) o Sindicato dos Servidores Públicos e Autárquicos Municipais de São Carlos (Sindspam), para tentar resolver de uma vez por todas as perseguições, tanto pessoais como profissionais, que vem ocorrendo naquele setor desde que esta profissional foi nomeada no cargo.

O problema já havia sido comunicado ao sindicato há dois meses, quando na oportunidade foi realizada uma reunião com a servidora que ocupa cargo comissionado externo (confiança) juntamente com sua diretora. Mas pelo visto de nada adiantou.

Na sexta-feira de manhã o presidente do sindicato Adail Alves de Toledo acompanhado dos diretores Gilberto Rodrigues Antunes e Reinaldo Sola Rodrigues, esteve na repartição municipal, ouvindo a reclamação dos servidores. De imediato os sindicalistas mantiveram contato com a Prefeitura Municipal e foram atendidos pelo secretário de Governo, Júlio Soldado que também compareceu à Vigilância Epidemiológica e conversou com os servidores e com a chefe citada nas reclamações.

Ao final, Soldado e os diretores do sindicato se reuniram com os servidores que pediram providências para que tais perseguições parem naquela repartição. Soldado pediu um prazo de 15 dias para que os problemas citados sejam solucionados.

"Não foi a primeira a vez que os companheiros da Vigilância Epidemiológica nos procuraram para reclamar dessa chefe, além do assédio moral que está nitidamente comprovado nos relatos dos servidores, ela ainda interfere no trabalho do órgão, parece até que ela quer reinventar a roda, ela coloca uma servidora que conhece do setor de dengue para cuidar de vacinas e a servidora que entende de vacinas ela coloca para cuidar da dengue, fica difícil assim trabalhar, caso não consigamos resolver esse impasse no prazo estipulado pelo Julio Soldado, não nos restará comunicar de novo a situação ao Ministério Público do Trabalho", finalizou o diretor Gilberto.


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