O processo que apura o caso de violações de sepulturas no cemitério Nossa Senhora do Carmo, ainda aguarda respostas feitas pelo promotor Marcelo Mizuno a Prefeitura Municipal de São Carlos.
"É por meio dessas informações que vou formar minhas convicções sobre o caso e vou decidir pela ação penal ou pelo arquivamento", comentou o representante do MP em entrevista ao Jornal Primeira Página desta terça-feira (10).
Por enquanto os dois indiciados no caso, o ex-administrador do cemitério e um empreiteiro, aguardam a decisão da Justiça.
O promotor preferiu não revelar quais são esses questionamentos, pois podem prejudicar o andamento do processo.
A violação dos túmulos voltou a ganhar repercussão em abril desse ano quando Solange Maria Dias denunciou o sumiço dos três filhos que estavam sepultados no principal cemitério da cidade.
Solange na época disse que outras quatro famílias denunciaram que as sepulturas em que deveriam estar corpos de parentes continham nomes de pessoas diferentes. O ex-administrador foi indiciado por peculato (delito cometido por funcionário público) e violação de túmulos, mesmo crime que indiciou o empreiteiro.
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