30/10/2012 às 16h36min - Atualizada em 30/10/2012 às 16h36min

Dirigente de ensino exclui alunos de ação de vandalismo em escola do Fagá

Quatro salas de aula da Escola Estadual Archimedes Aristeu Mendes de Carvalho, no Maria Stella Fagá, foram atingidas por um incêndio na madrugada de terça-feira (30). Para promover o incêndio, os criminosos, do lado de fora, puxaram as cortinas das salas.

Essa não é a primeira vez que a escola é vítima de vandalismo. A imprensa não pôde entrar na escola, mas segundo o apurado, as salas de 3 a 6 foram atingidas pelo fogo, que detonou os vidros e ocasionou danos nos recinyos.

O perito criminal Fernando Crnkovic, da Polícia Científica, informou a situação em que foram encontradas as salas de aula.

"Foram constatados alguns danos por chamas em algumas cortinas e a queima dessas cortinas ocasionou o rompimento de alguns vidros dos vitrôs das salas de aulas, foram quatro salas de aulas atingidas e algumas carteiras também foram atingidas".

Fernando também informou que os responsáveis pelo fogo, não chegaram a entrar nas salas de aula. "Os vidros foram rompidos mas não houve acesso na sala, não foi constatado o rompimento das fechaduras das salas, elas estavam operantes, possivelmente foi mesmo um ato de vandalismo, os únicos vestígios encontrados foram referentes aos materiais que foram carbonizados", concluiu.

Não foram os alunos

A Dirigente Regional de Ensino Débora Gonzalez Costa Blanco esteve na escola e depois de se reunir com a direção da unidade, concedeu uma rápida entrevista. Ela confirmou que quatro salas foram danificadas pela ação dos vândalos. "Nesta madrugada algumas pessoas pularam na escola e puxaram a cortina da janela para o lado de fora e puseram fogo, apenas quatro salas de aula foram atingidas e houve estragos nas cortinas e os vidros". Débora disse que não foram alunos os responsáveis pelos atos de vandalismo. Em relação às aulas, a dirigente informou que as mesmas foram suspensas na parte da manhã para que fosse realizada o trabalho da Polícia Científica e que tudo voltaria a normalidade no período da tarde.

Essa foi a segunda vez que a escola foi atingida por uma ocorrência dessa natureza neste ano. O primeiro episódio aconteceu no primeiro semestre. Débora disse que algumas providências serão tomadas para que isso não volte a acontecer. "Já mandamos colocar telas de proteção nas janelas para que eles não consigam puxar as cortinhas para o lado de fora, a instalação de um circuito interno de monitoramento e iremos aumentar o tamanho do muro da escola na próxima reforma".

A Polícia Militar esteve na escola e colheu dados sobre o sinistro, um boletim de ocorrência foi registrado no 1º Distrito Policial e o caso será investigado.


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