17/10/2012 às 11h56min - Atualizada em 17/10/2012 às 11h56min

Suspeito de matar PM é solto após ficar 30 dias preso

Justiça determinou a soltura do rapaz após ele apresentar álibi consistente, segundo suspeito continua preso

O suspeito foi liberado após ficar preso temporariamente por 30 dias. Durante o trabalho de investigação realizado pela equipe da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), foi constatado que o suspeito apresentou álibi consistente que afasta sua participação no crime. De acordo com a polícia o jovem alegou que na noite anterior havia dormido na casa da namorada e que no dia em que o policial foi morto, havia deixado o carro no lava-rápido por volta das 8h20. Foi descoberto que o suspeito teria feito ligações telefônicas antes da morte do policial, pedindo para a namorada fosse buscá-lo. Santi foi assassinado por volta das 8h20. O jovem irá responder apenas pelo crime de receptação, haja vista que o Honda Civic que ele havia deixado para lavar, havia sido roubado em 11 de junho na cidade de Limeira e estava adulterado.

Sobre o outro suspeito, um rapaz de 26 anos, preso no último dia 27 de setembro, a polícia ainda apurar sua provável participação. Ele continua preso temporariamente a disposição da DIG.

O crime 

O Policial Militar Marco Aurélio de Santi, foi executado na manhã de 14 de setembro na rua Júlio Prestes de Albuquerque na Vila Jacobucci.  Uma testemunha afirmou que dois homens encapuzados que estavam a bordo de um Honda Civic prata dispararam vários tiros contra o policial. Os tiros acertaram o abdômen do militar que, mesmo ferido, saiu do carro, se levantou e sentou em uma mureta, onde foi acolhido por populares que acionaram o Samu. Ele foi alvejado dentro de sua Saveiro. Foram seis disparos que perfuraram o vidro e atingiram o militar. Santi foi socorrido e encaminhado à Santa Casa de São Carlos, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.  

Na mesma manhã a polícia prendeu o jovem suspeito de ter participado da morte do policial. Ele foi preso após o encontro de um Honda Civic, igual ao teria dado fuga aos executores do militar. O carro com queixa de roubo e de estar adulterado, estava em um lava rápido na rua Major Manoel Antônio de Mattos. O suspeito no dia da prisão, teria caído em algumas contradições. Ele foi autuado em flagrante por receptação de carro roubado e teve sua prisão temporária decretada pelo fato de ser apontado como suspeito da morte do soldado Santi. 


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