NESTA TERÇA-FEIRA (29/09) OS RADARES ESTARÃO OPERANDO NOS SEGUINTES LOCAIS:

RADAR 1 - RUA MIGUEL PETRONI (RODOVIA/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H;

RADAR 2 - RUA JOAQUIM RODRIGUES BRAVO (CENTRO/BAIRRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 50 KM/H;

RADAR 3 - AVENIDA COMENDADOR ALFREDO MAFFEI (BAIRRO/CENTRO) VELOCIDADE MÁXIMA PERMITIDA DE 60 KM/H.

 

 

A quarentena imposta pela pandemia do novo coronavírus e a mudança de hábitos decorrentes do isolamento prolongado têm provocado efeitos nocivos não só na saúde mental das pessoas. Para além das já graves ansiedade, estresse e depressão, muitas pessoas estão manifestando no corpo as dores da pandemia. E não estamos falando de pacientes da Covid-19, mas de gente que tem respeitado a quarentena, trabalhando em casa e só saindo para as atividades essenciais. 

Enxaquecas, dores na coluna, formigamento nos braços e dores cervicais são alguns dos males que têm atingido as pessoas que estão trabalhando em sistema de home office. “Afastadas do convívio social, as pessoas passaram a olhar mais para as telas dos smartphones, têm permanecido mais tempo sentadas e se exercitando menos. Tudo isso tem um efeito devastador sobre o corpo humano”, alerta o fisioterapeuta e PhD em Neuroanatomia, Mario Sabha. 

Sabha explica que, ao se movimentarem menos, passarem mais tempo na mesma posição durante o teletrabalho, as pessoas acabam sofrendo encurtamento muscular, dores na lombar e quem tinha problemas anteriores passou a sentir as dores de forma mais intensa e contínua. “Muitos sofrem dores cervicais, no pescoço, estendidas para os braços e as mãos, com formigamento”, completa. 

O uso de celulares, tablets e computadores por tempo prolongado também tem seus efeitos no organismo. “Muitas pessoas chegam no meu consultório relatando dores de cabeças fortes que resultaram em enxaquecas. Além de procurar a ajuda de um especialista, é preciso colocar limite ao uso dos equipamentos”, observa Sabha. 

Outro fator que ocasiona dores no corpo é o ganho de peso e a má alimentação. “O acesso ilimitado à geladeira fez com que as pessoas consumissem alimentos mais calóricos, com menor valor nutricional, provocando o aumento do peso, que por sua vez ocasiona um desequilíbrio no centro de gravidade, entre a última vértebra lombar e a primeira vértebra sacral. Nessa região do sacro que fica o nosso ponto de equilíbrio. Então, muitas pessoas sentem dores também na lombar, irradiada para as pernas”, explica. 

O terapeuta Sabha recomenda a retomada das atividades físicas e pausas no trabalho para mudar de posição e alongar os músculos. “Em primeiro lugar, é preciso identificar o que está acontecendo, porque muitas pessoas se acostumam tanto com a dor e não se dão conta de que algo está errado e, por isso, não cuidam. É indispensável que as pessoas se exercitem e procurem tratamento, como osteopatia e quiropraxia, com um profissional confiável, para alinhar a coluna, reposicionar músculos e articulações”, finaliza. 

*Mario Sabha é PhD em Neuroanatomia e mestre em Anatomia Humana pela Unicamp, com formação em Terapias Manipulativas, Osteopatia, Acupuntura, Terapias Metafísicas e criador do "Método Sabha" para fisioterapeutas.



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